Sábado, 6 de Outubro de 2007

POR MYANMAR LIVRE

Luta pela democracia

República independente desde 1948, Myanmar é governada com pulso de ferro por uma Junta Militar, há 45 anos. No poder em 1962, com um golpe militar, os generais assumem os destinos do país (ainda com a designação Birmânia). Ne Win inaugura o que classifica como “a via birmanesa para o socialismo” – nacionaliza a economia, cria um Estado unipartidário e extingue a imprensa independente. Está instalada a ditadura.


Aung San Suu Kyi é a face visível da oposição ao regime, desde o final dos anos 80, quando a população acorda de um estado letárgico de 26 anos, desde o início da ditadura de Ne Win. Quase 30 anos depois do golpe militar de 62, o general convertera um dos países mais prósperos da Ásia num dos mais pobres do Mundo.

Nas universidades, começam os primeiros protestos pró-democracia, detonados pela degradação da economia. Agosto de 1988 fica registado na História, com centenas de estudantes a morrer às mãos da repressão militar contra as manifestações, em Rangun.

Conscientes da febre revolucionária que se vive no país, os generais convocam eleições livres, mas sem imaginar a dramática derrota que esperava o regime: A Liga Nacional pela Democracia (LND) conquista 396 dos 485 assentos parlamentares. Ainda assim, os militares negam-se a transferir o Governo. A Junta Militar permanece, ilegalmente, no poder. É redigida uma nova Constituição e os deputados eleitos da LND constituem um Governo no exílio. Em 1989, a Junta adopta a designação de Myanmar, em vez de Birmânia.

Em 1991, Aung San Suu Kyi, líder da LND, símbolo internacional da resistência pacífica e filha do general Aung San – herói da independência - recebe o Nobel da Paz, sob prisão domiciliária que se prolonga até à actualidade. Em 2006, é pela primeira vez permitido o contacto internacional de Suu Kyi, numa entrevista com o enviado especial das Nações Unidas.

“A revolução de açafrão”

Os protestos começaram em Agosto deste ano, num movimento contras as duras medidas económicas impostas pelo regime – que eleva em 500 por cento o preço dos combustíveis (petróleo e gás). Centenas de activistas são presos. Em Pakokku, um grupo de monges sai às ruas reclamando democracia, recebendo como resposta a agressão do Exército (em Myanmar, os monges - cerca de 400 mil - são tradicionalmente venerados, pelo que a sua participação nos protestos tem um peso significativo).

O gesto do regime indigna religiosos e população civil. É exigido ao Governo um pedido de desculpas mas, findo o prazo dado para o efeito, os monges saem às ruas, apoiados por milhares de civis. A cor das suas túnicas apelida a revolução que encabeçam de “revolução de açafrão”.

Com o passar dos dias, as marchas de protesto budistas ganham politização, com elementos da Liga Nacional pela Democracia entre os manifestantes. Entre 50 a cem mil pessoas saem às ruas de Yangun. O Exército ameaça recorrer à força. Monges e população resistem, desafiando o regime repressivo de mais de quatro décadas.


Publicado por mdl às 18:50
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

A linha do Tua faz hoje 120 anos!!

Tua – Mirandela

120 Anos de História

Vou contar-vos uma história. Esta história não tem castelos ou cavaleiros andantes,

magias de espantar, lirismos ou ridículo. A história que pacientemente ouvirão destas

páginas, é uma história de valentia, sonhos inolvidáveis, e suor arrancado das veras da

própria alma.

Nasci por estas terras, onde às águas do Tuela e do Rabaçal, um castelhano e outro

galego, já se dão o nome de Tua. Meu nascimento foi num ano da década de 1850,

quando homens de valor pegaram nas rédeas de Portugal e o levantaram a um novo

esplendor, forjado a aço e movido à força quente do vapor. O grande ministro do Reino,

Fontes Pereira de Melo, adorava o cavalo de ferro, e ditou que o seu galope substituísse

o ancestral das bestas verdadeiras. E chegou o dia em que se destinou que o cavalo de

ferro viesse também galopar nas terras do distrito de Bragança.

Chamavam-lhe comboio, e muitos se

insurgiram contra ele, uns porque lhe

apetecia, outros porque era uma

máquina assassina e perigosa, outros

porque era uma afronta contra os céus.

Aceitar a vinda do comboio era dar as

boas vindas ao próprio diabo; coisas

de que hoje até o próprio clero se ri

com benevolência. O que é certo é que

o comboio e a sua estrada de ferro

vinham aí, lançados a partir do Porto,

rumo ao vale do Douro, para entrar

pela Espanha adentro por Barca

d’Alva. Com a perspectiva da sua

passagem pela foz do Tua, a ideia de

fazer um ramal que daí subisse para

Mirandela e Bragança rápido ganhou forma e apoiantes.

Foi em 1878 que uns engenheiros vieram por cá, olhar com respeito para a garganta do

Tua, que se despenha para o rio como se fosse o próprio caminho para se cair nas forjas

do inferno. Foram feitos dois projectos, mas foi o do engenheiro António Pinheiro, pela

margem esquerda do rio, que viria a ser aceite. Depois disso, a Câmara de Mirandela

começaria o processo burocrático, apresentando à Câmara dos Pares do Reino em 1882

um projecto de lei para a cobertura de juro de 5% para os construtores da via. Como se

não houvesse fundamento sólido para a sua aprovação, fizeram-se pedidos à Associação

Comercial do Porto e a El-Rei D. Luís I em pessoa para pressionar quem de direito à

aprovação da construção da via-férrea. Foi isso em 1883, e foi nesse ano que a Linha do

Vale do Tua conheceu um dos homens que ficarão para sempre ligados a si: Clemente

Meneres, comerciante, que se viria a fixar no Romeu, onde criou uma das quintas mais

ricas de Trás-os-Montes, e para onde iria também puxar o comboio, quando alargaram a

linha para Bragança.

Mas o apoio estava dado, e o projecto aprovado, primeiro adjudicado ao Conde da Foz,

e deste trespassado à Companhia Nacional dos Caminhos-de-Ferro. O contrato

definitivo só viria a ser assinado em 30 de Junho de 1884; e é aqui que eu próprio entro

na História da Linha do Tua.

A lavoura era dura, impiedosa, e o rendimento que daí vinha escasso e incerto. A

oportunidade de trabalhar na construção da linha surgiu, e aproveitei-a: depois de

algumas abordagens, fazia parte da força de trabalho. Mas, se na altura a ideia parecia

boa, dias houve em que com o coração na boca já só pedia aos santos pela vida. O

trabalho aventureiro de construir a estrada de ferro atraía muitas vezes gentes de pouca

confiança, e a Linha do Tua não foi excepção. Homens de cara dura e olhar tisnado

juntaram-se, e dia 16 de Outubro as obras arrancaram.

Construir um caminho-de-ferro em terra plana e branda é uma coisa, e enquanto os

trabalhos se passaram entre Mirandela e o Cachão, com as aldeias à vista da gente e o

trabalho a prosseguir a bom ritmo, tudo seguia com normalidade. Iam os engenheiros à

frente, olhavam, olhavam, faziam cálculos, tiravam notas; e a tudo isso a gente seguia

com a indiferença de um lavrador ao que se passa em seu redor. Seja a levar o arado a

direito pelo sulco, ou a carregar as travessas da via, o que de mais se passe no mundo

não existe. Só era necessário prestar atenção às ordens de direcção da via, e a isso todos

deviam olhar religiosamente.

Ainda assim, o trabalho era duro. No Verão o sol ardia, e os carris num capricho

maldoso reflectiam a luz cegando-nos constantemente. Regar-se-iam quintas com o suor

aflito dos que ali tinham de arrancar ao ferro e à terra o pão para por na mesa. No

Inverno, a chuva engrossava o rio, fazendo dele um demónio furioso a rugir

constantemente ao nosso lado, e as geadas pareciam levar-nos da alma toda a réstia de

alegria. Mas o trabalho prosseguia...

Mas nem sempre a ordem imperava, ditada pelo rigor da natureza e pela ordem natural

das coisas, onde desde os tempos bíblicos se dizia que se não trabalhares, também não

necessitas comer. E cedo os desacatos estalaram, em olhares raivosos, vívidos, de

homens que tentavam roubar à calada, e não se submetiam a ordens imperiosas para que

o comboio alguma vez pudesse ultrapassar aquelas penedias. O engenheiro da obra

rápido deu de si, que aqui d’El-Rei que não se entendia com gente assim sem brios, que

mais pareciam bichos do monte. Foi aí, nessa altura, que foi chamado um homem que

ainda hoje respeito como a um mestre: Dinis da Mota. O açoriano, como muitos o

tratavam em conversas paralelas, tinha uma vontade de ferro, e até o mais feroz lobo de

barbas negras de entre os trabalhadores, ou fazia as malas e saía sem ai nem ui, ou se

submetia às ordens dadas. Bendito homem, que deu bom rumo à empresa!

Mas se me perguntam, de toda a linha, as coisas de que mais me recordo, uma delas

foram as tormentosas semanas em que nos internamos como bandeirantes nos penedos

do Baixo Tua. Em apenas 10Km de via, reclamamos àqueles desfiladeiros três pontes e

cinco túneis. Eu fui um dos que acendeu vezes sem conta o temerário rastilho da

dinamite. Nessa altura Dinis da Mota falava, e nós executávamos, como se fosse um

herói de guerra a quem é impensável questionar a ordem dada. Vezes houve em que me

prendiam com uma corda que passava numas roldanas, baixavam-me à altura da

plataforma da via, acendia ao rastilho, e gritava um “Puxem!” como um náufrago grita

pela vida no alto mar. Lá em cima puxavam, e antes da rocha ir pelos ares com um

fragor de nos siderar de medo, amplificado pelos ecos rancorosos dos outros penedos, ia

eu pelo ar, às vezes de olhos fechados, confundindo a bocarra medonha do desfiladeiro

com os portões do Purgatório. Já as pontes, se eram pequenas mereciam cuidado, se

eram grandes, mereciam um respeito sem limites. Um passo em falso, e toda a gente

rezaria um padre-nosso à hora do caldo pelo infeliz que se perdesse lá em baixo.

Esses dias foram os mais duros de todos. Sem um único casario à vista por semanas,

além dos do Amieiro, nem o canto dos pássaros se atrevia a interpor-se ao silêncio

ancestral dos fraguedos, e ao ribombar constante do Tua. Descansava-se quando se

podia, à sombra de um amieiro ou duma oliveira enfezada, com o cheiro macio a

madeira das travessas, uns grelhados dalguma truta arrancada ao rio, contavam-se

histórias, ria-se. Gente boa é simples, contenta-se com o pouco que ainda vai havendo e

que às vezes custa tão pouco.

Três anos levaram, a tirar

terras, alisar terras,

enterrar travessas, pregar

carris, montar pontes,

desbravar túneis, construir

estações. Nos povoados,

éramos recebidos como

soldados em partida para

uma campanha. As gentes

vinham, e eram os homens

a oferecer vinho, as

mulheres a dar

generosamente um naco de

centeio negro, e a garotada

a olhar com olhitos de

grande espanto para todo

aquele aparato. Teriam

eles também os seus heróis, ali a construir a via-férrea, ou dali a semanas, com alguém

da terra a comandar os passos cadenciados das 24 horas bem medidas que levam a gerir

uma estação.

Chegou o dia 27 de Setembro de 1887. A linha era oficialmente aberta à exploração.

Gritaram-se vivas, deram-se abraços; multidões acorreram para ver a negra E81,

comandada pelo próprio Dinis da Mota, a partir da estação do Tua para subir todo o vale

do rio até Mirandela. E era o progresso e o orgulho de todo um povo ali, engalanado na

locomotiva, a sorrir para a posteridade um legado inolvidável. O povo pelo caminho

também se juntou, acenando, e em Mirandela El-Rei D. Luís I recebeu a todos com um

olhar régio de satisfação, rodeado das mais altas patentes do distrito. Baptizaram-se

locomotivas, presidentes e dignitários falaram, e o povo tinha do que falar e do que se

valer por várias gerações.

E assim ganhei o meu lugar no imaginário destas terras. Muitos anos depois, os garotos

puxavam-me as mãos para lhes contar, no fim da malha ou da vindima, ou nas longas e

escuras noites de invernia, as histórias da construção da linha. E eram os adultos a rir

com as peripécias de um ou outro dia de confraternização, e os miúdos a arregalar os

olhos de espanto quando me imaginavam a voar como um pássaro enquanto o

desfiladeiro vomitava com raiva pedaços de pedra pelos ares.

Quanto à linha, bem... Anos depois, retomaram-se os trabalhos, e o comboio chegou

finalmente a Bragança, em 1906, depois da maior ponte e maior túnel da linha serem

construídos, e o comboio atingir a sua altitude máxima em todo o país, nos 850 metros

de Rossas. Presidentes vieram, repúblicas e ditadores se foram, e o comboio seguiu o

seu rumo, inexorável, pontual, ao ritmo dos finos relógios franceses, que a par dos

apitos esfuziantes das locomotivas a vapor e das automotoras regiam um povo ao

minuto, sem falhas. Cultivos cresceram, cereais embarcaram, tropas se foram, amores se

tornaram possíveis, tudo graças ao pendular constante dos comboios pelas serras e vales

por onde a Linha do Tua passa.

Mas veio o dia em que alguém, com impunidade e estultícia, ditou o encerramento dos

80Km de via-férrea que se construíram entre Mirandela e Bragança. Quantas voltas no

túmulo terão dado nesse triste dia os valentes homens que ali passaram 2 anos da sua

vida, a trabalhar com tanto esforço, a deixar uma tão grande obra para os filhos!

Quantos perderam emprego, tantas memórias enxovalhadas...

E aqui estou eu,

memória de um

povo, debruçado

sobre esta fraga. Ali

em baixo, o Tua e a

linha continuam os

mesmos que eu

conheci e moldei,

faz agora 120 anos.

Lá vai agora o

comboio, são

menos agora, mas

seguem com a

mesma resolução

com que a E81 no dia em que subiu este caminho de Santiago nessa data imemorial. E

há gente que por ela luta, que dela reconhecem o esforço e apoio na construção de uma

região melhor, que por ela saiu à rua numa noite de roubo não temendo a cara

carrancuda do Estado que lhe tirava quase 100 anos de comboio. Há gente que vive a

Linha do Tua, 120 anos depois.

Que assim continuem!

Em memória dos ferroviários caídos no acidente de Castanheiro, a 12 de Fevereiro de 2007

MCLT

Texto Original do Movimento Cívico Pela Linha do Tua.

– Daniel Conde, Setembro de 2007

Publicado por mdl às 08:49
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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

Onde estava no dia 5 de Setembro de 2006?

"Um distrito onde não se nasce é um distrito que tem tendência a morrer"

"balanço fortemente negativo"

"Foi um erro retirar-se a maternidade"

"Há um ano, em Bragança e Mirandela faziam-se cerca de 900 partos por ano. Agora, com o encerramento da maternidade em Mirandela, só nascem cerca de 600 crianças por ano no distrito de Bragança"

"Foi uma decisão errada o encerramento da maternidade"

Declarações do Dr. Luís Marques Mendes, hoje, na visita ao hospital de Mirandela. O Movimento enviou hoje através do site da candidatura de Marques Mendes na rubrica "Pergunte que eu Respondo"

 

Aguardamos a resposta às seguintes perguntas:

O Dr. Marques Mendes visitou hoje a sala de partos de Mirandela que encerrou à um ano, gostaria de lhe fazer duas perguntas.
1ª Onde estava em 5 de  Setembro de 2006 a quando da mega manifestação contra o encerramento da maternidade?

2ª Hoje veio a Mirandela dizer que foi um erro encerrar  a maternidade. Se ganhar as eleições em 2009 reabre a sala de partos de Mirandela e mantém a de Bragança?

Espero obter resposta!

Saudações Cívicas!

 


Publicado por mdl às 22:31
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Sábado, 15 de Setembro de 2007

Estaremos Presentes

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Publicado por mdl às 23:22
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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2007

Serviço de Cardiologia vai encerrar - Comunicado

Movimento Cívico Por Mirandela

COMUNICADO 

 

O Movimento Cívico Por Mirandela condena veementemente a decisão da ARS Norte de encerrar o serviço de cardiologia no regime de prevenção 24 horas. Os sucessivos encerramentos, de serviços na unidade hospitalar de Mirandela (Maternidade, Urgência médico-cirúrgica e agora cardiologia) não são mais do que a tentativa de descaracterizar a unidade hospitalar de Mirandela para assim, com base em dados estatísticos erróneos e meramente economicistas transformarem esta unidade de saúde num Serviço de Atendimento Permanente. Mais, o Movimento entende que estas situações são denunciantes de um clima de conspiração política contra os interesses da cidade de Mirandela para lhe retirar serviços importantes para a sua população em detrimento de outras cidades geograficamente menos relevantes. Por isso entendemos que este Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Nordeste não reúne, ou melhor, nunca reuniu e provavelmente não irá reunir condições para se manter no cargo, apelando ao bom senso e sentido de responsabilidade dos deputados eleitos pelo nosso distrito a pronunciarem-se concretamente sobre o assunto, em especial ao deputado Mota Andrade, responsável pelo partido do governo no nosso distrito. O Movimento Cívico pondera realizar uma mega manifestação, no mês de Setembro contra o estado em que os serviços de saúde se encontram na nossa cidade e no distrito.

 

 

O Conselho Fundador e Coordenador do Movimento Cívico Por Mirandela


Publicado por mdl às 01:11
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Quarta-feira, 18 de Julho de 2007

Sub-Região de Saúde de Bragança já respondeu

O Movimento Cívico Por Mirandela recebeu, ontem, via fax a resposta da Sub-Região de Saúde de Bragança, na pessoa da sua Coordenadora, Dr.ª Berta Nunes. Recebemos cópia do Protocolo assinado pelo Ministro da Saúde e Câmara Municipal de Mirandela em que regula a manutenção da urgência médico-cirúrgica. Sobre o estado actual deste serviço na unidade hospitalar de Mirandela não recebemos nem uma palavra.

Para consultar o Protocolo clique aqui.

 

O Movimento Cívico agradece a atenção que a Sub-Região de Saúde de Bragança dispendeu com estas informações, mas lamenta que sobre a urgência médico-cirurgica e o seu estado actual de funcionamento não tenha dado nem uma palavra.


Sexta-feira, 13 de Julho de 2007

Movimento pede esclarecimentos

 

 

 

Movimento Cívico Por Mirandela enviou hoje, um pedido de esclarecimento sobre a situação actual da urgência médico-cirúrgica da Unidade Hospitalar de Mirandela. Este pedido de informação, foi enviado, via Fax para o conselho de Administração do Centro Hospitalar do Nordeste CHNE ) e para a Administração Regional de Saúde do Norte  direccionada à Coordenadora da Sub-Região de Saúde de Bragança. O Movimento aguarda ansiosamente a resposta a este pedido por parte destes dois organismos.

 


Publicado por mdl às 22:21
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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

Movimento no HI5!!

O Movimento Cívico na senda das novas tecnologias. Para facilitar e alargar a nossa plataforma de acesso e divulgação aderimos ao HI5 tendo por isso uma página neste conhecido motor de perfis. Por isso se és membro do hi5 , junta-te a nós e adiciona-nos como amigos. Se não és membro, regista-te em www.hi5.com e cria o teu perfil.

Para melhores acederes ao nosso perfil clica em http://pormirandela.hi5.com/ ou procura pelo nosso e-mail pormirandela@hotmail.com

Adiciona e Divulga!

Movimento Cívico Por Mirandela, por uma única causa: Por Mirandela.


Publicado por mdl às 21:03
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007

Mais uma iniciativa em defesa da Linha do Tua

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No próximo fim de semana vai decorrer mais uma iniciativa para promover a Linha do Tua, causa que este Movimento Cívico também tem defendido. Mas, o Movimento Cívico pela Linha do Tua e a Plataforma Sabor Livre organizam no próximo dia 7 de Julho uma viagem e seguida de passeio de Bicicleta ao longo da Linha do Tua. Para consultar o programa detalhado clique aqui. Estas iniciativas demonstram que no nordeste transmontano existem pessoas que agem muito para além do protagonismo pessoal. Parabéns e força...


Publicado por mdl às 18:58
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Segunda-feira, 18 de Junho de 2007

Comunicado

 

Movimento Cívico Por Mirandela

 

Comunicado

Urgências Médico-Cirúrgicas

 

   O Movimento Cívico Por Mirandela condena veementemente a decisão do Centro Hospitalar do Nordeste CHNE ) de encerrar o serviço de Urgências médico-cirúrgicas entre as 24 e as 8 da manhã, sendo um total desrespeito pelo protocolo assinado ainda há poucos dias entre o Ministério da Saúde e a Câmara de Mirandela. Consideramos que este facto é mais um duro golpe na saúde do nosso concelho. Esta decisão é uma prova insofismável da existência de um lobbie ” instalado na administração do CHNE , tendo como único objectivo retirar a importância da Unidade Hospitalar de Mirandela e apenas defendendo os interesses da unidade de Bragança. Consideramos ainda, que a Administração do CHNE não reúne mais condições para se manter nesse cargo, e que quem os nomeou, os exonere em tempo útil, antes que existam vítimas destas medidas injustas. Da parte do Movimento os mirandelenses podem contar connosco, como uma “força viva” para combater estas medidas apenas economicistas do CHNE . Mais, o Movimento Cívico, pede a intervenção dos deputados eleitos pelo distrito na Assembleia da República. O Movimento Cívico irá levar a cabo a recolha de 4000 assinaturas, para levar este assunto a debate no Parlamento caso esta medida não seja revogada, utilizando assim o princípio da democracia participativa, legalmente prevista na lei.

 

 

 

O Conselho Coordenador e Fundador do Movimento Cívico Por Mirandela

 


Quinta-feira, 14 de Junho de 2007

Novo Inquérito no Movimento.

 

O Movimento Cívico Por Mirandela, iniciou ontem uma consulta via internet, aos nossos visitantes para que se manifestem qual a personalidade que está melhor colocado para a corrida à Câmara de Mirandela pelos 4 partidos com acento na Assembleia Municipal. Estes inquéritos não têm por objectivo promover pessoas nem partidos, mas sim, o debate sobre as eleições de 2009. A razão de ser neste momento, é que nos encontramos a sensivelmente 2 anos das eleições e assim sendo, não existe nenhum aproveitamento político de nenhuma parte. As personalidades de cada partido escolhidas foram por no nosso entender, terem vindo a notabilizar-se no meio político actual ou importância política no passado. O posicionamento dos blocos de inquéritos foi feito pela representatividade na Assembleia Municipal, ou seja, do partido mais votado ao partido que reuniu menos votos. Para que o resultado das votações seja mais justo, escolhemos um sistema que não deixa votar massivamente, ou seja, não deixa repetir o voto permitindo assim apenas  um voto por dia a cada endereço IP . Apelamos à vossa participação por uma única causa: Por Mirandela.


Publicado por mdl às 20:34
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Quarta-feira, 13 de Junho de 2007

Concentração Motard em Mirandela - Divulgação

Clique na imagem para ampliar

Mais uma vez o Moto Clube de Mirandela leva a cabo a Concentração Motard de Mirandela. Uma excelente organização e por isso o Movimento Cívico Por Mirandela orgulha-se de a divulgar 

 

 


Publicado por mdl às 20:44
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2007

Dia da nossa Cidade

MIRANDELA CIDADE 23 anos ....... 25 de Maio

 

 Hoje, 25 de Maio é o dia da cidade.

Feriado Municipal pela elevação a cidade.

O Movimento Cívico não poderia deixar passar em branco este dia. Hoje faz 23 anos que o sonho de Mirandela mereceu um novo capítulo. Em 1984, ninguém sonhava o que Mirandela poderia vir a ser 23 anos depois, mas no entanto, passadas mais de duas décadas, Mirandela ainda tem problemas essenciais e por isso o Movimento Cívico foi criado para podermos dar o nosso contributo totalmente desinteressado mas sempre atento e por uma única causa, POR MIRANDELA.

O Movimento Cívico Por Mirandela, aproveita para cumprimentar neste dia todos os mirandelenses e em especial todos aqueles que por razões da vida se ausentaram da cidade mas vivem com ela com o coração.

* Este belo logotipo, foi gentilmente "retirado" do site de referência da cidade aproveite e visite www.mirandela-online.net


Publicado por mdl às 22:53
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Terça-feira, 8 de Maio de 2007

Novo Inquérito

O Blog do Movimento Cívico Por Mirandela está sempre na actualidade. O novo inquérito é sobre a polémica criada pela realização de uma sondagem encomendada pela Câmara Municipal de Mirandela para avaliar junto dos eleitores a actuação do Presidente de Câmara. Pedimos aos nosso leitores e visitantes que comentem esta polémica votando e deixando a sua opinião na caixa de debate.

 

 


Sábado, 28 de Abril de 2007

INEM Procura Contratar Enfermeiros para Mirandela

 

De acordo com o site do Ministério da Saúde e o site do Instituto Nacional de Emergência Médica, o INEM está a requisitar Enfermeiros para as URSIV

 

INEM pretende requisitar enfermeiros para as Delegações Norte, Centro e Lisboa e Vale do Tejo.

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) pretende contratar cinco enfermeiros para trabalhar em Ambulâncias de Suporte Imediato de Vida em cada uma das seguintes localidades:

Delegação Norte - Porto, Santo Tirso, Vila do Conde / Póvoa de Varzim, Fafe, Terras de Basto, Amarante, Mirandela, Montalegre;
Delegação Centro - Cantanhede/Mira, Peniche, Seia;
Delegação Lisboa e Vale do Tejo - Lisboa, Odemira, Moura, Elvas e Estremoz.

siv@inem.pt
Morada: Instituto Nacional de Emergência Médica
Delegação NorteRua Dr. Alfredo Magalhães, 62 5º piso4000-063 PortoDelegação CentroAv. Elísio Moura, 313030-183 CoimbraDelegação Regional de Lisboa e Vale do TejoUnidade de Expediente e Arquivo do INEM,Rua Almirante Barroso nº 36 – 2º andar 1000-013 Lisboa"


Esta decisão do INEM destina-se a reforçar os seus meios no terreno com Ambulâncias de Suporte Imediato de Vida, unidades tripuladas por um Enfermeiro e um Técnico de Ambulância de Emergência, a colocar em vários pontos do território continental, durante o segundo semestre do corrente ano.O processo de admissão obedece aos seguintes requisitos:
- Estar inscrito na Ordem dos Enfermeiros e ser detentor de cédula profissional válida;
- Ser enfermeiro do quadro da função pública ou com contrato individual de trabalho com entidade integrada no SNS.


Terão preferência os candidatos com experiência profissional de pelo menos dois anos, com experiência de trabalho em Viatura Médica de Emergência e Reanimação e com experiência de trabalho com doentes críticos.Os interessados deverão entregar as candidaturas na respectiva Delegação Regional até às 17h30 horas do dia 11de Maio de 2007. Se forem remetidas pelo correio deverão ser com aviso de recepção, com expedição até ao último dia do prazo de entrega. Os concorrentes a cidades de mais de uma Delegação, deverão apresentar uma candidatura em cada Delegação Regional.As candidaturas deverão ser acompanhadas dos seguintes documentos:
Requerimento dirigido ao Presidente do INEM manifestando o interesse em integrar o projecto, com referência às localidades para as quais aceita ser requisitado, expressando também disponibilidade para o processo de selecção (modelo disponível em www.inem.pt);
Formulário para resumo curricular (disponível em www.inem.pt);
Comprovativos da posse dos requisitos de admissão (exigidos aquando da entrevista de selecção).
Todos os esclarecimentos deverão ser solicitados através dos seguintes contactos:Telefone: 962 039 848; 961 702 289, das 9h00 à 13h00 e das 14h00 às 19h00, de segunda a sexta- feira;E-mail:

Fonte: Site INEM Site Ministério da Sáude

Porque também é esta a nossa função, a divulgação aqui publicamos as informações relativas a este recrutamento. É sem dúvida um passo importante para a melhoria das condições de saúde no nosso concelho!


Publicado por mdl às 21:49
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