Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

Conferência Debate - Cidadãos Por Lisboa

Quinta, 29 de Novembro

Fabrica do Braço de Prata - Lisboa

18h Sala Turing
Conferência/Debate

Carlos Palminha | Plataforma Artigo 65

 

Roselyne de Villanova | Centre National de la Recherche Scientifique, Paris

Helena Roseta | Cidadãos por Lisboa


Maria João Freitas | Instituto de Habitação e da Reabilitação Urbana

Filipe Lopes | Ofícios do Património e da Reabilitação Urbana


22h Sala Visconti
As Operações SAAL

com a presença do realizador João Dias [Portugal, 2007, 90 min]

Intervir, Renovar e (Re)Habitar tornam-se inevitavelmente os conceitos mestres de uma intervenção necessária. A cidade precisa de "acupunctura urbana", ou seja, de intervenções pequenas e estratégicas que consigam devolver vida à cidade e atrair a si as pessoas.

O objectivo deste encontro - organizado pelo CIDESC e pelo Movimento Cidadãos por Lisboa e para o qual foi convidado um representante da Plataforma Artigo 65 para estar presente na mesa-redonda - serão discutir a cidade e compreender como as estratégias de participação contribuem para a sua revitalização.

Links :

www.cidadaosporlisboa.org


Publicado por mdl às 11:55
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Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Metro não pode circular a mais de 30 km por Hora.

  Metro a 30km/Hora

Ainda não há data para o restabelecimento da circulação ferroviária na linha do Tua, entre Brunheda e a linha do Douro. A Refer já concluiu as obras reparação no local do acidente de 12 de Fevereiro, em que morreram três pessoas, mas, segundo o jornal Público de hoje, o LNEC - Laboratório Nacional de Engenharia Civil - diz que os comboios só podem andar em regime de "marcha à vista", ou seja, não podem circular a mais de 30 quilómetros hora.

Esta "marcha à vista" permite ao maquinista parar a composição a qualquer momento. Este condicionalismo na velocidade impede tecnicamente a reabertura da linha à sua exploração comercial porque os tempos de percurso entre Mirandela e o Tua seriam excessivamente aumentados. Segundo o Público, esta restrição apanhou de surpresa a Refer, que contava reabrir a linha ainda este mês, e obriga-a a efectuar mais trabalhos na estrutura.

Ainda de acordo com o diário, se tudo correr bem, a Refer gostaria de oferecer como prenda de Natal aos municípios da região a reabertura da Linha do Tua. Para decisão posterior estão os pesados investimentos que permitiriam colocar esta via-férrea em patamares de segurança muito elevados.

Em causa está a instalação de sistemas de detecção de queda de blocos, através de cabo ou de feixes de luz e a monitorização permanente das zonas mais críticas, através da instalação de câmaras de vigilância e de redes de fibra óptica que detectam vibrações. Equipamentos que podem ascender a 2 milhões de euros e que dificilmente encontram rentabilidade económica.

In Rádio Brigantia

PS - Ao que me dizem, o Metro nos dias de hoje não muito além dos 35 a 40 km por hora. Alterem-se os horários e abra-se a linha. É preciso pensar muito?


Publicado por mdl às 11:50
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